

Somos uma multinacional brasileira de mudanças internacionais, com equipes e frota próprias — não terceirizamos o cuidado com a sua casa.
Eleita a melhor em satisfação do cliente no Prêmio MESC (Melhores Empresas em Satisfação do Cliente, do Instituto MESC em parceria com o Google) em 2024 e 2025.
Certificação FIDI-FAIM, auditada de forma independente, e classificação EcoVadis Gold — a única empresa de mudanças da América Latina com essa distinção.
Registramos a DSI no Siscomex e conduzimos o desembaraço no Brasil com equipe própria, dentro da janela legal de três meses antes a seis meses depois do seu desembarque. Na coreia do sul, atuamos com agentes credenciados da nossa rede internacional.
Mudar de país já é grande o bastante — a parte difícil é nossa.
Voltar para o Brasil é uma decisão importante, e a logística da mudança não precisa ser um problema. Nossa equipe cuida de todo o processo de importação para que você possa focar na sua nova fase de vida.
A etapa crítica desta rota está no Brasil: a carga precisa chegar dentro da janela de três meses antes a seis meses depois do seu desembarque, e a isenção exige comprovação de mais de um ano de residência no exterior. É exatamente nessa ponta que temos equipe própria, com o registro da DSI e o desembaraço conduzidos por nós. Na saída, verificamos se os seus bens ainda estão sujeitos à restrição de venda dos moving goods liberados com isenção perante o Korea Customs Service.
Agentes credenciados da nossa rede internacional coletam e embalam seus bens na sua residência na Coreia do Sul, com acompanhamento do nosso time e inventário montado já no formato que a Receita Federal aceita.
Sua mudança é transportada via marítimo ou aéreo da Coreia do Sul para o Brasil, com rastreamento e acompanhamento em todas as etapas.
Registramos a DSI no Siscomex por despachante habilitado e conduzimos a liberação na Receita Federal e o desembaraço no porto ou aeroporto brasileiro com equipe própria.
Após a liberação aduaneira, entregamos seus bens no endereço final no Brasil e montamos seus móveis.
Sua mudança viaja protegida por seguro internacional que cobre todo o trajeto — da coleta da Coreia do Sul até a entrega no endereço final no Brasil, incluindo o período de armazenagem e o desembaraço.
Itens com restrição na importação para o Brasil:
Seja por decisão pessoal, fim de contrato de trabalho ou aposentadoria, voltar para o Brasil é um momento especial. Deixe a logística da mudança com quem entende do assunto.
Cuidamos de cada detalhe para que seus bens cheguem com segurança ao Brasil, enquanto você se prepara para a nova fase.
Faixas de prazo porta a porta, já considerando embalagem, consolidação, travessia e desembaraço nas duas pontas, para você planejar a chegada dos seus bens dentro da janela legal.
| Origem | Destino | Marítimo | Aéreo |
|---|---|---|---|
| Seul | São Paulo (SP)Prazo porta a porta, com desembaraço nas duas pontas | 50 a 70 dias | 15 a 30 dias |
| Incheon | São Paulo (SP) | 50 a 70 dias | 15 a 30 dias |
| Busan | Rio de Janeiro (RJ) | 50 a 70 dias | 15 a 30 dias |
| Daejeon | Curitiba (PR)Inclui transferência rodoviária a partir do porto de destino | 55 a 70 dias | 15 a 30 dias |
| Ulsan | Belo Horizonte (MG)Inclui transferência rodoviária a partir do porto de destino | 55 a 70 dias | 15 a 30 dias |
Prazo porta a porta, com desembaraço nas duas pontas
Inclui transferência rodoviária a partir do porto de destino
Inclui transferência rodoviária a partir do porto de destino
Atendemos todo o país, consulte-nos para saber o prazo exato de sua cidade.
Prazos estimados porta a porta, sujeitos à programação do armador ou companhia aérea. Incluem coleta, embalagem, desembaraço aduaneiro na origem e no destino e entrega final. O prazo da sua mudança é confirmado na cotação, após a definição do serviço e da rota.
O ponto de equilíbrio fica em torno de 13 a 15 metros cúbicos. Abaixo desse volume, a grupagem tende a ser mais econômica. Acima dele, o contêiner exclusivo de 20 pés normalmente sai mais barato e ainda reduz o prazo, porque dispensa as etapas de consolidação e desconsolidação da carga — que costumam somar de quatro a oito dias.
Uma mudança de volta para o Brasil passa por dois órgãos aduaneiros distintos, com exigências próprias. Conheça o que é pedido em cada etapa.
Korea Customs Service
Registro da saída da bagagem desacompanhada junto à aduana coreana, com emissão do conhecimento de carga em nome do proprietário dos bens. Conduzido pelo nosso agente credenciado na Coreia do Sul, com gestão integral da One Moving, para sua comodidade.
Relação completa dos bens, volume por volume, com descrição e valor estimado. É o documento que instrui a declaração de importação no Brasil e a aduana brasileira define seu formato, por isso já montamos no padrão exigido lá. Toda a elaboração é feita pela nossa equipe durante a embalagem e gerenciada pela One Moving, para sua comodidade.
A saída definitiva da Coreia do Sul envolve a devolução do Alien Registration Card à imigração e o encerramento de vínculos locais, como contrato de trabalho, aluguel e serviços. Não é documentação aduaneira, mas sustenta a comprovação da transferência de residência no Brasil. Orientamos a sequência correta, com acompanhamento da One Moving, para sua comodidade.
Receita Federal do Brasil
A bagagem desacompanhada de quem transfere residência para o Brasil é declarada por DSI no Siscomex, com base na Instrução Normativa RFB nº 1.059/2010. É o instrumento que permite tratar a mudança como bagagem, e não como importação comercial. A One Moving contrata e coordena o despachante e acompanha o registro até a liberação, para sua comodidade.
O passaporte precisa evidenciar a permanência no exterior por mais de um ano, requisito para o tratamento de bagagem na transferência de residência. Reunimos com você as páginas de entradas e saídas relevantes.
A isenção ampliada de móveis e bens de uso doméstico exige comprovar residência efetiva no exterior por mais de um ano. Na prática da fiscalização, as provas que sustentam o despacho são a Declaração de Residência emitida pelo Consulado Brasileiro da cidade onde você mora e as contas de consumo em seu nome, como água, luz, gás e internet. Documentos como Alien Registration Card ou o comprovante de sua devolução, contrato de trabalho e contrato de aluguel compõem o dossiê como apoio, mas não comprovam residência isoladamente: eles atestam a autorização para residir, não a residência efetiva. Indicamos exatamente quais documentos reunir e organizamos o dossiê: a One Moving gerencia essa etapa para sua comodidade.
Documento que ateste o encerramento da sua residência na Coreia do Sul, como a devolução do Alien Registration Card, a rescisão do contrato de trabalho ou a entrega do imóvel. É o elemento que fecha a lógica da transferência de residência aos olhos da Receita Federal. Orientamos onde e quando solicitar, com acompanhamento da One Moving, para sua comodidade.
Relação dos bens com valores e o conhecimento de embarque emitido em nome do proprietário. A divergência entre inventário e carga física é a principal causa de retenção nesta rota.
A bagagem desacompanhada precisa chegar ao Brasil dentro de uma janela que vai de três meses antes até seis meses depois da data do seu desembarque no país. Fora dessa janela, a Receita Federal não aplica o tratamento de bagagem e a carga passa a ser tratada como importação comum, com incidência de tributos. Como o trânsito marítimo desta rota consome de 50 a 70 dias, um dos mais longos que operamos, a data do seu voo precisa ser planejada junto com a data do embarque da carga, e não depois. Um ponto que costuma gerar confusão: essa janela permite que a carga chegue antes de você, mas o desembaraço só é feito com o viajante já em território brasileiro, porque a Receita Federal exige a comprovação da sua chegada para liberar os bens. Antecipar o embarque para ganhar tempo não funciona: a carga chega e fica parada, gerando armazenagem e demurrage. Por isso alinhamos a data de embarque à sua data de desembarque, com a folga necessária.
O tratamento de bagagem na transferência de residência pressupõe permanência no exterior por mais de um ano. Quem morou na Coreia do Sul por período inferior tem uma situação diferente, que precisa ser estruturada de outra forma. Avaliamos isso antes de qualquer orçamento, porque muda a estratégia inteira da mudança.
A Coreia do Sul é um dos maiores centros mundiais de eletrônicos, e é natural que quem mora lá acumule aparelhos comprados a preços atrativos. O critério brasileiro, porém, é o estado do bem: a isenção alcança bens usados que integram a sua bagagem. Aparelhos ainda em caixa, com nota fiscal recente e sem sinal de uso, tendem a ser tratados como mercadoria e tributados. Revisamos o inventário com esse filtro antes do embarque.
Veículos automotores estão expressamente excluídos do tratamento de bagagem na importação brasileira. A regra é simétrica à coreana, que só isenta veículos originalmente exportados da Coreia. Se você tem carro na Coreia do Sul, a operação de trazê-lo é separada, tributada e sujeita a exigências próprias, inclusive de homologação. Avaliamos a viabilidade antes de qualquer contratação de frete.
A Coreia do Sul opera em 220 V, com tomadas dos tipos C e F, padrão europeu. Para quem chega a regiões brasileiras em 220 V, a compatibilidade é boa e a questão se resume ao plugue. Para quem chega a regiões em 127 V, equipamentos de motor, como lavadoras e secadoras, exigem transformador dimensionado, quando viável. Avaliamos item por item no inventário.
O que você leva no voo é bagagem acompanhada e tem regras próprias, com limites de valor para bens novos. O que vem no contêiner ou no aéreo separado é bagagem desacompanhada e segue a lógica da DSI. Os dois regimes são independentes, e é comum confundi-los. Organizamos a distribuição dos bens entre as duas modalidades quando isso é vantajoso para você.
O brasileiro residente no exterior pode fazer viagens ocasionais ao Brasil sem perder a isenção, desde que o tempo total dessas visitas não ultrapasse 45 dias no período de um ano fora do país. Acima disso, o excedente não é contado para completar o prazo mínimo de residência, e será necessário permanecer mais tempo no exterior para compensar. Vale um cuidado importante: essa contagem admite exceções, e situações específicas — viagem por motivo de saúde, luto familiar, exigência do empregador, entre outras — podem receber tratamento diferente. Se as suas visitas ao Brasil se aproximaram desse limite, não conclua sozinho que perdeu a isenção: um especialista aduaneiro avalia o seu caso concreto antes de qualquer decisão sobre a mudança.
Informações baseadas nas orientações públicas da Receita Federal do Brasil (página de bagagem desacompanhada e mudança para o Brasil, atualizada em janeiro de 2026), na IN RFB nº 1.059/2010 e nas orientações do Korea Customs Service, consultadas em agosto de 2026. As regras podem ser alteradas pelos órgãos competentes; confirmamos os requisitos aplicáveis ao seu caso durante o atendimento.
Coletamos sua mudança em qualquer ponto da Coreia do Sul, de Seul a Incheon, e entregamos em qualquer cidade do Brasil.
Capital, Campinas, Santos, ABC
Principal destino de repatriação. Porto de Santos.
Capital, Niterói, Barra, Zona Sul
Segundo maior destino. Porto do Rio de Janeiro.
Belo Horizonte, Uberlândia, Juiz de Fora
Entrega via São Paulo ou Rio de Janeiro.
Salvador, Recife, Fortaleza, Natal
Atendemos todas as capitais do Nordeste.
Através da Unique Relocation, oferecemos apoio completo na sua chegada ao Brasil: busca de imóveis, escolas, abertura de conta bancária e readaptação.
Respostas objetivas sobre prazos legais, documentação, isenções e tributação da rota.
Pelo transporte marítimo, o prazo é de 50 a 70 dias, e pelo aéreo, de 15 a 30 dias. Esses prazos são porta a porta: incluem coleta e embalagem na sua residência na Coreia, consolidação da carga, espera pela janela de saída do navio, a travessia, o desembaraço aduaneiro nas duas pontas e a entrega final no Brasil com montagem dos móveis. Não devem ser comparados com prazos de porto a porto divulgados por armadores, que cobrem apenas o tempo de navegação.
Se você permaneceu no exterior por mais de um ano e está efetivamente transferindo residência para o Brasil, os bens usados que compõem a sua bagagem desacompanhada têm tratamento de bagagem, sem incidência de tributos, nos termos da Instrução Normativa RFB nº 1.059/2010. A condição é que a carga chegue dentro da janela legal e que a documentação comprove a transferência de residência. Bens novos e veículos ficam fora dessa isenção.
Sim, e isso não é preferência nossa: não é possível concluir o desembaraço antes do seu desembarque no Brasil. A Receita Federal exige, entre os documentos do despacho, a comprovação da chegada do viajante ao país, e o direito à isenção está vinculado ao seu desembarque definitivo. A carga pode sair da Coreia do Sul e chegar antes de você — a janela legal permite até três meses de antecedência —, mas ela permanecerá aguardando no porto ou aeroporto até que você chegue, com armazenagem e demurrage correndo nesse intervalo. É por isso que montamos o cronograma a partir da sua data de desembarque, e não da data em que a casa está pronta para ser embalada.
A bagagem desacompanhada deve chegar entre três meses antes e seis meses depois da data do seu desembarque no Brasil. Nesta rota, esse é o ponto mais sensível, porque o trânsito marítimo consome de 50 a 70 dias, um dos mais longos que operamos. Planejamos a data do embarque da carga em função da data do seu voo, e não o contrário. Fora da janela, a Receita Federal trata a carga como importação comum e cobra os tributos.
Depende do estado do bem. A isenção brasileira alcança bens usados que integram a sua bagagem. Aparelhos ainda em caixa, com nota fiscal recente e sem sinal de uso, tendem a ser tratados como mercadoria e tributados, mesmo tendo sido comprados legitimamente. Como a Coreia é um grande centro de eletrônicos, esse é o ponto de atenção mais frequente desta rota, e revisamos o inventário com esse filtro antes do embarque.
Pode trazer, mas o tratamento tributário é diferente. O regime de bagagem na transferência de residência pressupõe permanência no exterior por mais de um ano. Com período inferior, a operação precisa ser estruturada de outra forma e pode haver incidência de tributos. Avaliamos o seu caso concreto antes de emitir orçamento, porque a estratégia da mudança muda bastante nesse cenário.
Veículos automotores não integram o tratamento de bagagem na importação brasileira. É interessante notar que a regra é simétrica: a Coreia do Sul também só isenta veículos que foram originalmente exportados de lá. A importação para o Brasil é uma operação separada, com tributação e exigências próprias, inclusive de homologação. Nossa equipe orienta sobre a viabilidade caso a caso, mas na maioria dos cenários o custo total torna a operação desvantajosa.
Depende da região de destino. A Coreia do Sul opera em 220 V, com tomadas dos tipos C e F. Se você vai morar em uma região brasileira de 220 V, a compatibilidade é boa e basta resolver o plugue. Se vai para uma região de 127 V, aparelhos eletrônicos com fonte bivolt geralmente funcionam com adaptador, mas equipamentos de motor, como lavadoras, secadoras e lava-louças, exigem transformador dimensionado, quando viável. Avaliamos item por item no inventário.
Sim. O retorno de animais para o Brasil exige certificado veterinário internacional emitido por veterinário oficial, vacinação antirrábica válida e atendimento aos requisitos do Ministério da Agricultura e Pecuária. O protocolo de volta é mais simples que o de entrada na Coreia, que exige microchip ISO e titulação de anticorpos com mínimo de 0,5 UI/ml. O transporte do animal é um processo separado da mudança dos bens e corre em paralelo, conduzido pelo nosso departamento pet. Já transportamos mais de mil animais.
A comprovação é feita por um conjunto de documentos, e a hierarquia entre eles importa. As duas provas que efetivamente sustentam o despacho são a Declaração de Residência emitida pelo Consulado Brasileiro da cidade onde você mora e as contas de consumo em seu nome, como água, luz, gás e internet: são elas que demonstram residência efetiva no endereço. Documentos como o Alien Registration Card ou o comprovante de sua devolução à imigração, o contrato de trabalho e o contrato de aluguel entram no dossiê como apoio, junto ao passaporte com as entradas e saídas, mas não comprovam residência isoladamente, porque atestam a autorização para residir e não o fato de ter morado ali. Também é necessário o documento que ateste o encerramento dessa residência. Montamos esse dossiê com você antes do embarque, porque reunir documento no exterior depois de já estar no Brasil é bem mais difícil.
Na Coreia do Sul, a coleta, a embalagem e a documentação de saída são conduzidas por agentes credenciados da nossa rede internacional, com supervisão do nosso time. No Brasil, o desembaraço, a entrega final e a montagem são executados por equipe própria da One Moving, sem intermediários. Como o desembaraço brasileiro é o ponto crítico desta rota, ele fica integralmente sob nossa gestão direta.
“Depois de alguns anos em Seul, decidimos voltar. A equipe cuidou da coleta e da DSI no Brasil. Chegou dentro do prazo legal, sem susto na Receita.”
“Processo de repatriação perfeito. A documentação de importação foi toda resolvida pela equipe. Não tive nenhuma dor de cabeça com a Receita Federal.”
“Voltei após cinco anos na Coreia. Me avisaram na hora do inventário quais eletrodomésticos não valeriam o frete por causa da diferença de voltagem. Isso me economizou dinheiro.”
Preencha o formulário e receba um orçamento personalizado para trazer sua mudança da Coreia do Sul para o Brasil. Sem compromisso.