
Somos uma multinacional brasileira de mudanças internacionais, com equipes e frota próprias — não terceirizamos o cuidado com a sua casa.
Eleita a melhor em satisfação do cliente no Prêmio MESC (Melhores Empresas em Satisfação do Cliente, do Instituto MESC em parceria com o Google) em 2024 e 2025.
Certificação FIDI-FAIM, auditada de forma independente, e classificação EcoVadis Gold — a única empresa de mudanças da América Latina com essa distinção.
Atendemos famílias, executivos e expatriados em Toronto, Montreal, Vancouver, Halifax, Calgary e Ottawa.
Mudar de país já é grande o bastante — a parte difícil é nossa.
Equipe própria no Brasil conduzindo embalagem, documentação e embarque, e agentes credenciados da nossa rede internacional executando o desembaraço e a entrega no Canadá — com acompanhamento do nosso time em todas as etapas.
A regra canadense é literal: bens que não acompanham você na chegada só podem ser classificados no item tarifário 9807.00.00 se tiverem sido reportados por você no momento da chegada ao Canadá. Como o marítimo desta rota leva de 50 a 70 dias porta a porta, a mudança quase sempre chega depois do voo. Montamos a sua lista de bens a caminho antes do embarque, para você apresentar à CBSA no desembarque. É o erro mais caro da rota e o mais fácil de evitar.
Cuidamos da documentação de exportação no Brasil e acompanhamos a liberação junto à CBSA no porto de entrada, incluindo o formulário BSF186 — o Personal Effects Accounting Document, antigo B4 — e a análise do seu enquadramento como settler. Você não precisa se preocupar com burocracia — nós resolvemos tudo.
Entregamos sua mudança em Toronto, Montreal, Vancouver, Halifax, Calgary, Ottawa e demais cidades do país, com entrada pelos portos de Montreal, Vancouver ou Halifax conforme o destino final. Do seu endereço no Brasil até a porta da sua nova casa no Canadá, com desembalagem e montagem dos móveis.
Embalamos seus pertences com materiais de alta qualidade e técnicas profissionais. Móveis, eletrônicos, obras de arte — tudo protegido com o máximo cuidado.
Sua mudança viaja protegida com seguro internacional que cobre todo o trajeto — da coleta no Brasil até a entrega no Canadá.
Realizamos a vistoria dos seus pertences por videochamada, sem necessidade de visita presencial. Prático, rápido e sem compromisso.
Prazos porta a porta, do momento da coleta no Brasil até a entrega com montagem no Canadá.
| Origem | Destino | Marítimo | Aéreo |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | TorontoPrazo porta a porta, com desembaraço nas duas pontas | 50 a 70 dias | 15 a 30 dias |
| São Paulo (SP) | MontrealMontreal é o principal porto de entrada da costa leste | 50 a 68 dias | 15 a 30 dias |
| Rio de Janeiro (RJ) | VancouverCosta oeste, com travessia mais longa | 58 a 78 dias | 15 a 30 dias |
| Curitiba (PR) | HalifaxInclui transferência rodoviária até o porto de origem | 52 a 72 dias | 15 a 30 dias |
| Belo Horizonte (MG) | CalgaryInclui transferência rodoviária nas duas pontas | 58 a 78 dias | 15 a 30 dias |
Prazo porta a porta, com desembaraço nas duas pontas
Montreal é o principal porto de entrada da costa leste
Costa oeste, com travessia mais longa
Inclui transferência rodoviária até o porto de origem
Inclui transferência rodoviária nas duas pontas
Atendemos todo o país, consulte-nos para saber o prazo exato de sua cidade.
Prazos estimados porta a porta, sujeitos à programação do armador ou companhia aérea. Incluem coleta, embalagem, desembaraço aduaneiro na origem e no destino e entrega final. O prazo da sua mudança é confirmado na cotação, após a definição do serviço e da rota.
Enquadramento aduaneiro da rota: no Canadá, a mudança quase sempre chega depois do seu voo — e a regra da CBSA é clara: os bens que não vão com você só mantêm a isenção se forem declarados no momento da sua entrada no país. Preparamos essa declaração antes do embarque.
Os prazos acima são porta a porta e incluem coleta e embalagem na residência de origem, consolidação da carga, espera pela janela de saída do navio, a travessia, o desembaraço aduaneiro nas duas pontas e a entrega final com montagem dos móveis. Publicamos assim porque é o prazo que você de fato vive. Prazos de porto a porto divulgados por armadores parecem menores porque cobrem apenas o tempo de navegação, sem alfândega, coleta ou entrega.
O que a aduana canadense e a brasileira pedem, com o nome de cada documento e do órgão responsável.
Receita Federal do Brasil
Registro da exportação da bagagem desacompanhada, conduzido pela nossa equipe própria no Brasil, com emissão do conhecimento de carga em nome do proprietário dos bens. A One Moving contrata e coordena o despachante e acompanha a liberação de ponta a ponta, para sua comodidade.
A CBSA exige a apresentação de lista dos bens no momento da chegada, e ela precisa distinguir o que chega com você do que chega depois. Montamos o inventário já nesse formato, volume por volume, com descrição, valor e número de série dos itens identificáveis. Toda a elaboração é feita pela nossa equipe durante a embalagem e gerenciada pela One Moving, para sua comodidade.
A regra canadense exige que os bens tenham sido efetivamente possuídos, de propriedade do settler e usados no exterior antes da chegada ao Canadá. Diferente da Europa, não há prazo numérico de seis meses: o que se comprova é a posse e o uso anteriores. Reunimos notas fiscais e comprovantes dos itens de maior valor. Indicamos exatamente quais documentos reunir e organizamos o dossiê: a One Moving gerencia essa etapa para sua comodidade.
CBSA — Canada Border Services Agency
É o documento que formaliza a lista dos seus bens perante a CBSA, conhecido anteriormente como Form B4. A agência cruza os documentos de imigração emitidos ao viajante com esse formulário, por isso o preenchimento precisa refletir exatamente a sua condição migratória. O preenchimento e a apresentação do BSF186 são gerenciados pela One Moving junto ao nosso agente credenciado, para sua comodidade.
Se a mudança não viaja com você, os bens só podem ser classificados no item tarifário quando importados posteriormente se tiverem sido reportados por você no momento da chegada ao Canadá. Preparamos a lista de bens a caminho antes do seu voo, para que você a apresente já na entrada. Essa preparação é toda gerenciada pela One Moving, para sua comodidade.
A CBSA verifica se você se enquadra na definição legal de settler: pessoa que entra no Canadá para estabelecer residência pela primeira vez por período não inferior a doze meses. Autorização de trabalho, carta de oferta e vistos são analisados nesse enquadramento.
O veículo exige comprovar posse anterior à chegada, habilitação legal para conduzi-lo no exterior, uso efetivo em vias abertas, licenciamento e seguro em seu nome, além de elegibilidade conforme os requisitos da Transport Canada. Orientamos a documentação exigida e coordenamos o processo com o despachante: a One Moving gerencia essa etapa para sua comodidade.
Esta é a regra mais decisiva e menos conhecida da rota canadense. Quando os bens não acompanham o settler na chegada, eles só podem ser classificados no item tarifário 9807.00.00 se tiverem sido reportados por você no momento da chegada ao Canadá. Como o trânsito marítimo desta rota leva de 50 a 70 dias porta a porta, a mudança quase sempre chega depois do voo. Quem desembarca em Toronto ou Montreal sem declarar que existe uma mudança a caminho perde o benefício, e a carga passa a ser tratada como importação comum. É por isso que preparamos a sua lista de bens a caminho antes da sua viagem, e não depois.
A definição legal de settler exclui expressamente quem entra no Canadá para emprego por período não superior a trinta e seis meses e quem entra para estudar em instituição de ensino. É um recorte que surpreende: um contrato de trabalho de dois anos, por si só, não qualifica a mudança como settlers effects. A leitura inversa também vale e é boa notícia: quem vai trabalhar por mais de trinta e seis meses é considerado settler já na primeira chegada, mesmo sendo residente temporário para fins de imigração. Avaliamos o seu enquadramento antes de estruturar a operação, porque ele define o regime tributário da carga.
Há um caso específico que praticamente nenhuma empresa de mudança sabe explicar. Quem já está no Canadá como residente temporário por trabalho e tem a autorização de trabalho estendida, de modo que a duração contínua passe de trinta e seis meses, torna-se settler na data da extensão. Somente a partir desse momento os bens que já eram de posse e uso do residente temporário antes da data da extensão passam a poder ser classificados como settlers effects. Para quem está no Canadá e acabou de renovar o work permit, essa data é o marco que abre a possibilidade de trazer a mudança com o benefício.
Ao contrário da União Europeia e do Reino Unido, o item tarifário canadense não fixa prazo numérico de posse prévia. O que ele exige é que os bens tenham sido efetivamente possuídos, de propriedade do settler e usados no exterior antes da chegada ao Canadá. Isso não torna a regra mais permissiva, apenas desloca a discussão da data para a prova. Bens comprados novos às pressas antes do embarque tendem a ser questionados. Uma exceção formal existe para o casamento: bens domésticos adquiridos e reservados para uso na casa ficam isentos da exigência de uso quando o casamento ocorreu até três meses antes da chegada ou ocorrerá até três meses depois, o mesmo valendo para presentes de casamento recebidos fora do Canadá.
As condições do veículo são cumulativas e a CBSA é literal em uma delas. Além de possuir o veículo no exterior, o settler deve ter estado legalmente habilitado a conduzi-lo — por exemplo, com carteira de motorista válida — e deve tê-lo efetivamente conduzido em vias abertas por alguma distância antes da data de chegada ao Canadá. A agência registra expressamente que test drive com placa de concessionária, ou uso restrito ao pátio do fabricante ou da concessionária, não qualifica. O veículo também precisa ter estado licenciado e segurado em seu nome para uso no exterior e ser elegível conforme os requisitos da Transport Canada.
Se o settler compra, arrenda, aluga ou empresta um veículo enquanto está fora do Canadá, a legislação da Transport Canada e a aduaneira não permitem trazê-lo ao país para uso pessoal, nem temporariamente, a menos que atenda a todos os requisitos da Transport Canada e sejam pagos os direitos e impostos aplicáveis. Há ainda o padrão de fabricação: veículos feitos para mercados fora de Estados Unidos e Canadá frequentemente não atendem aos padrões canadenses de segurança e só podem ser importados quando têm quinze anos ou mais. Avaliamos a viabilidade do veículo caso a caso antes de incluí-lo no orçamento.
A definição de bens do item tarifário não inclui aqueles que sejam vendidos ou de outra forma alienados dentro de doze meses após a importação. É uma restrição de destinação, não de guarda: os bens precisam permanecer com você e em uso doméstico durante esse período. Revenda de eletrodomésticos ou de mobiliário logo após a chegada é justamente o cenário que a regra alcança.
O item tarifário admite, dentro dos bens, vinho até 1,5 litro ou quaisquer bebidas alcoólicas até 1,14 litro, e tabaco até 50 charutos, 200 cigarros, 200 tobacco sticks e 200 gramas de tabaco manufaturado. Vale também registrar que settlers que transportam seus próprios bens em veículo próprio ou alugado devem fazer o desembaraço no primeiro ponto de chegada ao Canadá — situação comum em mudanças que entram pela fronteira terrestre com os Estados Unidos.
Fontes: CBSA — Canada Border Services Agency, Memorandum D2-2-1, ‘Settlers’ Effects — Tariff Item No. 9807.00.00’, Ottawa; e Memorandum D2-1-1, importação temporária por não residentes. Base legal: item tarifário 9807.00.00 do Customs Tariff, regulamentado pelo SOR/2005-257 (Definition of ‘Settler’ Regulations) e pelo SOR/90-225 (Tariff Item No. 9807.00.00 Exemption Order). Informação verificada em agosto de 2026; confirmamos as condições do seu caso antes do embarque.
As duas modalidades atendem a rota Brasil — Canadá. A escolha depende do volume, da urgência e do valor dos bens.
Ideal para mudanças completas com grande volume. Melhor custo-benefício para transportar móveis, eletrodomésticos e todos os seus pertences.
Para quem precisa de agilidade. Perfeito para volumes menores, itens urgentes ou mudanças parciais que não podem esperar.
Sabemos que mudar de país é uma decisão importante. Por isso cuidamos de toda a logística da sua mudança para que você possa focar no que realmente importa: sua nova vida no Canadá.
Nossa equipe acompanha cada etapa do processo, garantindo segurança, organização e previsibilidade.
As dúvidas que mais aparecem na rota, respondidas com base na regra oficial.
Pelo transporte marítimo, o prazo é de 50 a 70 dias, e pelo aéreo, de 15 a 30 dias. Esses prazos são porta a porta: incluem coleta e embalagem na sua residência no Brasil, consolidação da carga, espera pela janela de saída do navio, a travessia, o desembaraço aduaneiro nas duas pontas e a entrega final no Canadá com montagem dos móveis. É a rota mais longa do nosso conjunto europeu e norte-americano, e destinos na costa oeste, como Vancouver, ficam na ponta alta do prazo. Não devem ser comparados com prazos porto a porto de armadores, que cobrem apenas a navegação.
Settler é o conceito legal que dá acesso ao benefício. Segundo a regulamentação canadense, é a pessoa que entra no Canadá com a intenção de estabelecer, pela primeira vez, uma residência por período não inferior a doze meses. Não se enquadra quem entra para emprego por período não superior a trinta e seis meses, quem entra para estudar em instituição de ensino e quem entra para atividades de pré-clearance em nome do governo dos Estados Unidos. O enquadramento define se a sua carga entra sob o item tarifário 9807.00.00 ou como importação comum, por isso é a primeira coisa que analisamos.
Nesse desenho, sim: emprego por período não superior a trinta e seis meses está expressamente fora da definição de settler. Mas há dois caminhos que precisam ser examinados. O primeiro é a duração real prevista do vínculo, porque contratos acima de trinta e seis meses qualificam já na primeira chegada, mesmo com status de residente temporário para imigração. O segundo é a extensão: se a autorização de trabalho for prorrogada de modo que a duração contínua passe de trinta e seis meses, você se torna settler na data da extensão. Analisamos a sua documentação antes de definir o regime da carga.
Não, desde que você declare isso na chegada. A regra é explícita: bens que não acompanham o settler podem ser classificados no item tarifário quando importados posteriormente somente se tiverem sido reportados por você no momento da chegada ao Canadá. Na prática, quase toda mudança marítima chega depois do voo, então essa declaração de entrada é obrigatória no planejamento. Preparamos a lista dos bens a caminho antes da sua viagem, para você apresentar à CBSA no desembarque. É o erro mais caro desta rota e é totalmente evitável.
O formulário BSF186, chamado Personal Effects Accounting Document, anteriormente conhecido como Form B4. Ele formaliza a lista dos seus bens perante a agência, e é nele que se registram tanto os itens que chegam com você quanto os que chegam depois. A CBSA cruza os documentos de imigração emitidos ao viajante com esse formulário, então o preenchimento precisa ser coerente com a sua condição migratória. Montamos o documento junto com você a partir do inventário da mudança.
Não. Essa é uma diferença estrutural do Canadá em relação à União Europeia e ao Reino Unido: o item tarifário canadense não fixa prazo numérico de posse prévia. O que ele exige é que os bens tenham sido efetivamente possuídos, de propriedade do settler e usados no exterior antes da chegada ao Canadá. A discussão deixa de ser a data e passa a ser a prova de posse e uso, o que na prática significa que itens comprados novos pouco antes do embarque tendem a ser questionados. Bens de casamento têm regra própria e ficam isentos da exigência de uso em uma janela de três meses antes ou depois da chegada.
É possível, mas as condições são cumulativas e mais rigorosas do que a maioria imagina. O veículo precisa ter sido possuído por você antes da chegada ao Canadá, você precisa ter estado legalmente habilitado a conduzi-lo no exterior e tê-lo efetivamente conduzido em vias abertas por alguma distância antes da data de chegada — a CBSA registra que test drive com placa de concessionária não qualifica —, o veículo precisa ter estado licenciado e segurado em seu nome para uso no exterior e precisa ser elegível conforme os requisitos da Transport Canada. Veículos fabricados para mercados fora de Estados Unidos e Canadá frequentemente não atendem aos padrões canadenses e só podem entrar com quinze anos ou mais.
Não dentro dos primeiros doze meses. A definição de bens do item tarifário não inclui aqueles que sejam vendidos ou de outra forma alienados dentro de doze meses após a importação. A restrição existe para impedir que o benefício seja usado como via de importação comercial, e alcança justamente o cenário de revenda de eletrodomésticos ou mobiliário logo após a chegada. Depois desse período, a destinação dos bens é livre.
Sim. O transporte do animal é um processo separado da mudança dos bens, com exigências próprias de microchip, vacinação antirrábica e certificado veterinário internacional dentro do prazo de validade, além das regras de entrada canadenses. Nosso departamento pet conduz esse processo em paralelo à mudança, com a documentação sincronizada às datas do seu voo. Já transportamos mais de mil animais.
A coleta, a embalagem e a documentação de saída no Brasil são conduzidas por equipe própria da One Moving, sem intermediários. No Canadá, atuamos com agentes credenciados da nossa rede internacional para o desembaraço junto à CBSA e a entrega com montagem no seu endereço final, em Toronto, Montreal, Vancouver, Halifax ou Calgary. O planejamento da declaração de entrada e do enquadramento como settler é feito com você antes do embarque, porque é ali que a rota canadense se ganha ou se perde.
Milhares de famílias já confiaram sua mudança internacional à One Moving.
“A One Moving cuidou de tudo. Desde a embalagem até a entrega em Toronto. Chegou tudo perfeito, sem nenhum dano. Profissionais de verdade.”
“Ninguém tinha me avisado que eu precisava declarar a mudança na chegada, mesmo com a carga ainda no navio. Eles me entregaram a lista pronta antes do voo e na fronteira foi tranquilo.”
“Empresa séria e transparente. O orçamento foi exatamente o que paguei, sem surpresas. A vistoria virtual foi super prática.”
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