

Somos uma multinacional brasileira de mudanças internacionais, com equipes e frota próprias — não terceirizamos o cuidado com a sua casa.
Eleita a melhor em satisfação do cliente no Prêmio MESC (Melhores Empresas em Satisfação do Cliente, do Instituto MESC em parceria com o Google) em 2024 e 2025.
Certificação FIDI-FAIM, auditada de forma independente, e classificação EcoVadis Gold — a única empresa de mudanças da América Latina com essa distinção.
Registramos a DSI no Siscomex e conduzimos o desembaraço no Brasil com equipe própria, dentro da janela legal de três meses antes a seis meses depois do seu desembarque. No panamá, atuamos com agentes credenciados da nossa rede internacional.
Mudar de país já é grande o bastante — a parte difícil é nossa.
Voltar para o Brasil é uma decisão importante, e a logística da mudança não precisa ser um problema. Nossa equipe cuida de todo o processo de importação para que você possa focar na sua nova fase de vida.
A etapa crítica desta rota está no Brasil: a carga precisa chegar dentro da janela de três meses antes a seis meses depois do seu desembarque, e a isenção exige comprovação de mais de um ano de residência no exterior. É exatamente nessa ponta que temos equipe própria, com o registro da DSI e o desembaraço conduzidos por nós. Na saída, verificamos se os seus bens ainda estão sujeitos à restrição de transferência do menaje exonerado pelo artigo 216 perante a Autoridad Nacional de Aduanas.
Agentes credenciados da nossa rede internacional coletam e embalam seus bens na sua residência no Panamá, com acompanhamento do nosso time e inventário montado já no formato que a Receita Federal aceita.
Sua mudança é transportada via marítimo ou aéreo do Panamá para o Brasil, com rastreamento e acompanhamento em todas as etapas.
Registramos a DSI no Siscomex por despachante habilitado e conduzimos a liberação na Receita Federal e o desembaraço no porto ou aeroporto brasileiro com equipe própria.
Após a liberação aduaneira, entregamos seus bens no endereço final no Brasil e montamos seus móveis.
Sua mudança viaja protegida por seguro internacional que cobre todo o trajeto — da coleta do Panamá até a entrega no endereço final no Brasil, incluindo o período de armazenagem e o desembaraço.
Itens com restrição na importação para o Brasil:
Seja por decisão pessoal, fim de contrato de trabalho ou aposentadoria, voltar para o Brasil é um momento especial. Deixe a logística da mudança com quem entende do assunto.
Cuidamos de cada detalhe para que seus bens cheguem com segurança ao Brasil, enquanto você se prepara para a nova fase.
Faixas de prazo porta a porta, já considerando embalagem, consolidação, travessia e desembaraço nas duas pontas, para você planejar a chegada dos seus bens dentro da janela legal.
| Origem | Destino | Marítimo | Aéreo |
|---|---|---|---|
| Cidade do Panamá | São Paulo (SP)Prazo porta a porta, com desembaraço nas duas pontas | 40 a 60 dias | 15 a 30 dias |
| Colón | São Paulo (SP) | 40 a 60 dias | 15 a 30 dias |
| Panamá Pacífico | Rio de Janeiro (RJ) | 40 a 60 dias | 15 a 30 dias |
| David | Curitiba (PR)Inclui transferência rodoviária a partir do porto de destino | 45 a 60 dias | 15 a 30 dias |
| Boquete | Belo Horizonte (MG)Inclui transferência rodoviária a partir do porto de destino | 45 a 60 dias | 15 a 30 dias |
Prazo porta a porta, com desembaraço nas duas pontas
Inclui transferência rodoviária a partir do porto de destino
Inclui transferência rodoviária a partir do porto de destino
Atendemos todo o país, consulte-nos para saber o prazo exato de sua cidade.
Prazos estimados porta a porta, sujeitos à programação do armador ou companhia aérea. Incluem coleta, embalagem, desembaraço aduaneiro na origem e no destino e entrega final. O prazo da sua mudança é confirmado na cotação, após a definição do serviço e da rota.
O ponto de equilíbrio fica em torno de 13 a 15 metros cúbicos. Abaixo desse volume, a grupagem tende a ser mais econômica. Acima dele, o contêiner exclusivo de 20 pés normalmente sai mais barato e ainda reduz o prazo, porque dispensa as etapas de consolidação e desconsolidação da carga — que costumam somar de quatro a oito dias.
Uma mudança de volta para o Brasil passa por dois órgãos aduaneiros distintos, com exigências próprias. Conheça o que é pedido em cada etapa.
Autoridad Nacional de Aduanas
Registro da saída da bagagem desacompanhada junto à aduana panamenha, com emissão do conhecimento de carga em nome do proprietário dos bens. Conduzido pelo nosso agente credenciado no Panamá, com gestão integral da One Moving, para sua comodidade.
Relação completa dos bens, volume por volume, com descrição e valor estimado. É o documento que instrui a declaração de importação no Brasil e a aduana brasileira define seu formato, por isso já montamos no padrão exigido lá. Toda a elaboração é feita pela nossa equipe durante a embalagem e gerenciada pela One Moving, para sua comodidade.
A saída definitiva do Panamá envolve o encerramento de vínculos locais, como contrato de trabalho, contrato de arrendamento e serviços em seu nome. Não é documentação aduaneira, mas sustenta a comprovação da transferência de residência no Brasil. Orientamos a sequência correta, com acompanhamento da One Moving, para sua comodidade.
Receita Federal do Brasil
A bagagem desacompanhada de quem transfere residência para o Brasil é declarada por DSI no Siscomex, com base na Instrução Normativa RFB nº 1.059/2010. É o instrumento que permite tratar a mudança como bagagem, e não como importação comercial. A One Moving contrata e coordena o despachante e acompanha o registro até a liberação, para sua comodidade.
O passaporte precisa evidenciar a permanência no exterior por mais de um ano, requisito para o tratamento de bagagem na transferência de residência. Reunimos com você as páginas de entradas e saídas relevantes.
A isenção ampliada de móveis e bens de uso doméstico exige comprovar residência efetiva no exterior por mais de um ano. Na prática da fiscalização, as provas que sustentam o despacho são a Declaração de Residência emitida pelo Consulado Brasileiro da cidade onde você mora e as contas de consumo em seu nome, como água, luz, gás e internet. Documentos como carteira de residência panamenha, contrato de trabalho e contrato de arrendamento ou escritura compõem o dossiê como apoio, mas não comprovam residência isoladamente: eles atestam a autorização para residir, não a residência efetiva. Indicamos exatamente quais documentos reunir e organizamos o dossiê: a One Moving gerencia essa etapa para sua comodidade.
Documento que ateste o encerramento da sua residência no Panamá, como a rescisão do contrato de trabalho ou a entrega do imóvel. É o elemento que fecha a lógica da transferência de residência aos olhos da Receita Federal. Orientamos onde e quando solicitar, com acompanhamento da One Moving, para sua comodidade.
Relação dos bens com valores e o conhecimento de embarque emitido em nome do proprietário. A divergência entre inventário e carga física é a principal causa de retenção nesta rota.
A bagagem desacompanhada precisa chegar ao Brasil dentro de uma janela que vai de três meses antes até seis meses depois da data do seu desembarque no país. Fora dessa janela, a Receita Federal não aplica o tratamento de bagagem e a carga passa a ser tratada como importação comum, com incidência de tributos. Como o trânsito marítimo desta rota consome de 40 a 60 dias, a data do seu voo precisa ser planejada junto com a data do embarque da carga, e não depois. Um ponto que costuma gerar confusão: essa janela permite que a carga chegue antes de você, mas o desembaraço só é feito com o viajante já em território brasileiro, porque a Receita Federal exige a comprovação da sua chegada para liberar os bens. Antecipar o embarque para ganhar tempo não funciona: a carga chega e fica parada, gerando armazenagem e demurrage. Por isso alinhamos a data de embarque à sua data de desembarque, com a folga necessária.
O tratamento de bagagem na transferência de residência pressupõe permanência no exterior por mais de um ano. Quem morou no Panamá por período inferior tem uma situação diferente, que precisa ser estruturada de outra forma. Avaliamos isso antes de qualquer orçamento, porque muda a estratégia inteira da mudança.
O Panamá concentra um dos maiores polos de comércio da região, e é comum que quem mora lá acumule bens comprados na Zona Livre de Colón. O ponto de atenção é o estado dos itens: a isenção brasileira alcança bens usados que integram a sua bagagem. Produtos ainda em embalagem original, com nota fiscal recente e sem sinal de uso, tendem a ser tratados como mercadoria e tributados. Revisamos o inventário com esse filtro antes do embarque.
Veículos automotores estão expressamente excluídos do tratamento de bagagem na importação brasileira. Se você tem carro no Panamá, a operação é separada, tributada e sujeita a exigências próprias. Avaliamos a viabilidade econômica antes de qualquer contratação de frete, porque na maioria dos casos não compensa.
O Panamá opera em 110 V, com tomadas dos tipos A e B. É uma das rotas mais favoráveis nesse aspecto, porque a voltagem é próxima à de grande parte do Brasil, diferente dos destinos europeus, que operam em 230 V. Ainda assim, o padrão de plugue é diferente e há regiões brasileiras em 220 V, então avaliamos item por item, com atenção a equipamentos de motor.
O que você leva no voo é bagagem acompanhada e tem regras próprias, com limites de valor para bens novos. O que vem no contêiner ou no aéreo separado é bagagem desacompanhada e segue a lógica da DSI. Os dois regimes são independentes, e é comum confundi-los. Organizamos a distribuição dos bens entre as duas modalidades quando isso é vantajoso para você.
O brasileiro residente no exterior pode fazer viagens ocasionais ao Brasil sem perder a isenção, desde que o tempo total dessas visitas não ultrapasse 45 dias no período de um ano fora do país. Acima disso, o excedente não é contado para completar o prazo mínimo de residência, e será necessário permanecer mais tempo no exterior para compensar. Vale um cuidado importante: essa contagem admite exceções, e situações específicas — viagem por motivo de saúde, luto familiar, exigência do empregador, entre outras — podem receber tratamento diferente. Se as suas visitas ao Brasil se aproximaram desse limite, não conclua sozinho que perdeu a isenção: um especialista aduaneiro avalia o seu caso concreto antes de qualquer decisão sobre a mudança.
Informações baseadas nas orientações públicas da Receita Federal do Brasil (página de bagagem desacompanhada e mudança para o Brasil, atualizada em janeiro de 2026), na IN RFB nº 1.059/2010 e nas orientações do Autoridad Nacional de Aduanas de Panamá, consultadas em agosto de 2026. As regras podem ser alteradas pelos órgãos competentes; confirmamos os requisitos aplicáveis ao seu caso durante o atendimento.
Coletamos sua mudança em qualquer ponto do Panamá, de Cidade do Panamá a Colón, e entregamos em qualquer cidade do Brasil.
Capital, Campinas, Santos, ABC
Principal destino de repatriação. Porto de Santos.
Capital, Niterói, Barra, Zona Sul
Segundo maior destino. Porto do Rio de Janeiro.
Belo Horizonte, Uberlândia, Juiz de Fora
Entrega via São Paulo ou Rio de Janeiro.
Salvador, Recife, Fortaleza, Natal
Atendemos todas as capitais do Nordeste.
Através da Unique Relocation, oferecemos apoio completo na sua chegada ao Brasil: busca de imóveis, escolas, abertura de conta bancária e readaptação.
Respostas objetivas sobre prazos legais, documentação, isenções e tributação da rota.
Pelo transporte marítimo, o prazo é de 40 a 60 dias, e pelo aéreo, de 15 a 30 dias. Esses prazos são porta a porta: incluem coleta e embalagem na sua residência no Panamá, consolidação da carga, espera pela janela de saída do navio, a travessia, o desembaraço aduaneiro nas duas pontas e a entrega final no Brasil com montagem dos móveis. Não devem ser comparados com prazos de porto a porto divulgados por armadores, que cobrem apenas o tempo de navegação.
Se você permaneceu no exterior por mais de um ano e está efetivamente transferindo residência para o Brasil, os bens usados que compõem a sua bagagem desacompanhada têm tratamento de bagagem, sem incidência de tributos, nos termos da Instrução Normativa RFB nº 1.059/2010. A condição é que a carga chegue dentro da janela legal e que a documentação comprove a transferência de residência. Bens novos e veículos ficam fora dessa isenção.
Sim, e isso não é preferência nossa: não é possível concluir o desembaraço antes do seu desembarque no Brasil. A Receita Federal exige, entre os documentos do despacho, a comprovação da chegada do viajante ao país, e o direito à isenção está vinculado ao seu desembarque definitivo. A carga pode sair do Panamá e chegar antes de você — a janela legal permite até três meses de antecedência —, mas ela permanecerá aguardando no porto ou aeroporto até que você chegue, com armazenagem e demurrage correndo nesse intervalo. É por isso que montamos o cronograma a partir da sua data de desembarque, e não da data em que a casa está pronta para ser embalada.
A bagagem desacompanhada deve chegar entre três meses antes e seis meses depois da data do seu desembarque no Brasil. Essa janela é o ponto mais sensível da rota. Como o trânsito marítimo consome de 40 a 60 dias, planejamos a data do embarque da carga em função da data do seu voo, e não o contrário. Fora da janela, a Receita Federal trata a carga como importação comum e cobra os tributos.
Pode, mas o critério é o estado do bem. A isenção brasileira alcança bens usados que integram a sua bagagem. Produtos ainda em embalagem original, com nota fiscal recente e sem sinal de uso, tendem a ser tratados como mercadoria e tributados, ainda que tenham sido comprados legitimamente. Como o Panamá concentra um grande polo de comércio, esse é um ponto de atenção específico desta rota, e revisamos o inventário com esse filtro antes do embarque.
Pode trazer, mas o tratamento tributário é diferente. O regime de bagagem na transferência de residência pressupõe permanência no exterior por mais de um ano. Com período inferior, a operação precisa ser estruturada de outra forma e pode haver incidência de tributos. Avaliamos o seu caso concreto antes de emitir orçamento, porque a estratégia da mudança muda bastante nesse cenário.
Veículos automotores não integram o tratamento de bagagem na importação brasileira. A importação é uma operação separada, com tributação e exigências próprias, inclusive quanto a regras de emissões e homologação. Nossa equipe orienta sobre a viabilidade caso a caso, mas na maioria dos cenários o custo total torna a operação desvantajosa.
Em boa parte dos casos, sim. O Panamá opera em 110 V, com tomadas dos tipos A e B, voltagem próxima à de grande parte do Brasil. Esta é uma das rotas mais favoráveis nesse aspecto, bem diferente das rotas europeias, em que os aparelhos vêm de 230 V. O padrão de plugue é diferente e há regiões brasileiras em 220 V, então avaliamos item por item no inventário, com atenção especial a equipamentos de motor.
Sim. O retorno de animais para o Brasil exige certificado veterinário internacional emitido por veterinário oficial, vacinação antirrábica válida e atendimento aos requisitos do Ministério da Agricultura e Pecuária. O protocolo de volta é bem mais simples do que o de entrada no Panamá, que exige vacinação ampliada, certificado apostilado e notificação prévia ao MINSA e ao MIDA. O transporte do animal é um processo separado da mudança dos bens e corre em paralelo, conduzido pelo nosso departamento pet. Já transportamos mais de mil animais.
A comprovação é feita por um conjunto de documentos, e a hierarquia entre eles importa. As duas provas que efetivamente sustentam o despacho são a Declaração de Residência emitida pelo Consulado Brasileiro da cidade onde você mora e as contas de consumo em seu nome, como água, luz, gás e internet: são elas que demonstram residência efetiva no endereço. Documentos como a carteira de residência panamenha, o contrato de trabalho e o contrato de arrendamento ou a escritura do imóvel entram no dossiê como apoio, junto ao passaporte com as entradas e saídas, mas não comprovam residência isoladamente, porque atestam a autorização para residir e não o fato de ter morado ali. Também é necessário o documento que ateste o encerramento dessa residência. Montamos esse dossiê com você antes do embarque, porque reunir documento no exterior depois de já estar no Brasil é bem mais difícil.
No Panamá, a coleta, a embalagem e a documentação de saída são conduzidas por agentes credenciados da nossa rede internacional, com supervisão do nosso time. No Brasil, o desembaraço, a entrega final e a montagem são executados por equipe própria da One Moving, sem intermediários. Como o desembaraço brasileiro é o ponto crítico desta rota, ele fica integralmente sob nossa gestão direta.
“Depois de alguns anos no Panamá, decidimos voltar. A equipe cuidou da coleta e da DSI no Brasil. Chegou dentro do prazo legal, sem susto na Receita.”
“Processo de repatriação perfeito. A documentação de importação foi toda resolvida pela equipe. Não tive nenhuma dor de cabeça com a Receita Federal.”
“Voltei após cinco anos no Panamá. Me avisaram na hora do inventário quais eletrodomésticos não valeriam o frete por causa da diferença de voltagem. Isso me economizou dinheiro.”
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